Direito Canónico
Cânone 1298
Dos contratos e especialmente da alienação
Se não se tratar de coisa de somenos importância, os bens eclesiásticos não devem vender-se ou arrendar-se aos próprios administradores ou aos seus parentes até ao quarto grau de consanguinidade ou afinidade, sem licença especial da autoridade eclesiástica competente, dada por escrito.
Livro: Dos Bens Temporais da Igreja